Tendências, Gastronomia 2017

Estamos em um planeta em constantes mudanças, muda o meio ambiente, a política, a economia, a sociedade, mudam os hábitos, estas mudanças influenciam completamente a população, e por conseqüência o consumo.

São mudanças ou ajustes? São os dois, e tem influenciado também a gastronomia, no formato dos novos estabelecimentos, na tendência de consumo, no estilo de vida, são novos alimentos para substituir os que estão muito caros, em tempo de crise econômica, ou ainda os que não são assim tão saudáveis, são as tendências que integram um cenário que busca soluções mais sustentáveis e que prioriza a “volta às origens”, tudo no caminho do combate ao desperdício, da busca da sustentabilidade, pois  continuamos a ver que a produção de alimentos em escala para atender ao crescimento populacional, causa muito problema (ambiental e na saúde).

A cozinha orgânica, o respeito às safras dos temperos e ingredientes, o cuidado com a origem e a qualidade dos alimentos, sejam eles animais ou vegetais, são tendências que vão tomar conta da gastronomia.

Termos como  desgourmetizar, snacks saudáveis, gastromautas, sour beers, mesa para compartir, vinho de consumo rápido, horta urbana, valorização regional, bowls ou cuencos, comida em pote, jaca em vez de carne,  serão incorporados no cotidiano de quem acompanha a evolução da gastronomia, sejam os chefs, os cozinheiros, ou os comensais (consumidores).

Vamos então conhecer um pouco mais sobre estes termos e os conceitos que os norteiam:

Alimentos mais saudáveis, mais próximos, uma volta às origens

Sabemos que já há um comportamento no Brasil e em alguns países, pela busca de alimentos mais saudáveis, de origem não industrial. Hoje o consumidor prefere cada vez mais alimentos produzidos, feitos por pessoas com histórias, comprometidas com uma filosofia que promove uma alimentação mais saudável. Dessa forma, frutas, verduras e legumes, produtos embutidos, queijos artesanais, sempre dando prioridade para o que é feito na região, vão ser cada vez mais valorizados. Escolher produtos produzidos no local onde mora é uma valorização dos ingredientes, passa por questões econômicas e ambientais – itens que não precisam ‘viajar’ têm menor emissão de carbono, por exemplo.

 

Orgânicos, os queridinhos da vez

Tudo, tudo, desde verduras, legumes, ovos, vinhos, carnes, frutas, e até sorvete de cultivo ecológico, o mais naturalmente possível. Produtos livres de pesticidas, sem transgênicos e sem antibióticos. De cultivos locais, bem pertinho de nós. De tanto que se fala nisso, pode até parecer clichê, mas os alimentos orgânicos e de temporada são realmente especiais, seja pelo sabor, cor, frescor, pelos aromas autênticos que na hora de cozinhar fazem toda a diferença. Temos que cuidar também a origem desses produtos, dê preferência para os pequenos produtores, para as feiras ecológicas e para as cooperativas, geralmente os preços são menores e os produtos são melhores.

 

Eu plantei, colhi e preparei = eu que fiz

Em meio a tantas opções de produtos prontos, nas prateleiras dos supermercados, até mesmo alguns com apelo de caseiros, oferecer aos convidados algo que foi feito por você irá além da sua melhor receita. Plantar legumes ou ervas para temperos em casa é um hábito que ganhará mais adeptos. Em espaços pequenos, em vasos, em canteiros verticais, muitos apartamentos tem espaço para uma pequena horta, garantindo que além de temperos e ervas aromáticas, também vale investir em um pé, que pode ser de qualquer fruta que se adapte em espaços pequenos, como limão ou maracujá.

Seguindo as tendências de grandes chefs espanhóis, cada vez mais surgem nomes e novos restaurantes onde já não se busca a tecnologia por de trás dos alimentos,  e sim caminhos de volta a cozinha das nossas avós. Conceitos como “da horta a mesa”, “cozinha e emoção”, “paixão e experiência”,  nos fazem refletir sobre as novas tendências gastronômicas para os próximos anos. Cansamos de muitas “espumas“, mudanças na estrutura e na textura dos alimentos,  cada vez mais vamos voltar às nossas raízes, e voltar a entender que o alimento é amor, é servir a quem se ama, é doar felicidade e prazer através de uma refeição.

 

Hortas Urbanas

É uma tendência também, principalmente em outros países, o cultivo de hortas em cima dos prédios de grandes cidades. O cultivo em áreas urbanas. A filosofia é usar áreas de baixo custo em grandes cidades (os telhados de edifícios ou fábricas), e assim evitar o transporte de alimentos em grandes distâncias

(mais poluição), principalmente alimentos que contém muita água, como verduras e legumes, que ficam prejudicados, que estragam com facilidade.

 Comida perfumada e pesquisa de sabores

O uso de ervas aromáticas avança, chegando mesmo até a moda de perfumar a comida com ingredientes que antes eram usados apenas na perfumaria. Um exemplo é a lavanda, que pode ser colocada fresca ou seca sobre risotos, massas, saladas com frutas, para quem gosta de sabores mais exóticos. Continuam em alta os sabores cítricos das raspas de limão, laranja, lima,  as ervas como mangericão, hortelã, tomilho.

O Pinterest pesquisou os sabores que são tendência no mundo e realizou um evento em Nova York para jornalistas e influenciadores para divulgar os resultados. Segundo a rede social, quatro sabores são tendências mundiais: abacaxi, coco, açafrão e cúrcuma, embora tenham sido também citados no ranking ingredientes alternativos para quem tem restrições alimentares, como leite de amêndoas, farinha de tapioca e xarope de agave (em substituição ao açúcar). No Brasil, os destaques foram o capim-limão, coentro e damasco.

Açafrão da terra, ou curcuma

Outras publicações e reportagens incluem entre as tendências a culinária Ayurveda e o chocolate amargo(uma pesquisa da universidade americana Syracuse revelou benefícios desse alimento, como melhorar a capacidade de raciocínio e a memória).

Entre as previsões para a gastronomia do próximo ano estão o aumento de consumo de “carnes vegetais” (grão-de-bico, milho, leguminosas e cogumelos) e também o crescimento do vegetarianismo e do veganismo. A carne continuará sendo consumida, mas em menor quantidade.

A sardinha irá reinar no ano que vem: é rica em ômega-3 e em proteína e é barata. Em Portugal, o peixe é incensado e uma espécie de símbolo nacional. Agora a influência alcançará outros continentes. Outra que terá mais prestígio e procura será a carne de cabra, apontam os estudos. As vantagens: a carne de cabra tem menos gordura do que as demais, até mesmo do que a de frango, é rica em proteínas e é leve.

Desgourmetizar

A questão da gourmetização na gastronomia cansou, irritou, deu o que tinha que dar. Vamos nos voltar para pratos mais simples, com menos conceitos, mais afetivos. O desgourmetizado.

Com a popularização das cozinhas gourmet, pode ter acontecido um crescimento da preocupação em relação a técnicas usadas na alta gastronomia, como se o corte ideal de alimentos seria julienne ou brunoise, por exemplo. Pois esqueça.

A moda é servir os alimentos inteiros, para que o ato de fatiar faça parte do ritual da refeição. Tipo servir tomates e rabanetes vindos do próprio pé, ainda com o talinho, acompanhados de vários tipos de molhos e cada um corta o seu, ou ainda a batata-doce, temperada com sal grosso, servida como entrada, ou beterrabas assadas, acompanhando um salada de folhas verdes.

Restaurantes pequenos, aconchegantes

Restaurantes com tendências rústicas na cozinha, porém muito eficazes na produção dos alimentos. Cafés ou bistrôs, lugar onde você se sente em casa literalmente. Nas paredes ou nas portas, quadros com o menu escrito manualmente, decoração com bicicletas (estilo francês), livros, sofás, pequenos objetos e muito afeto.

Pequenos pratos para compartir

É a hora dos pequenos pratos, das entradas, das “tapas”, dos aperitivos e de mesas com amigos. É a hora de mesas compartilhadas, hora de quebrar o gelo. Este formato de restaurante e gastronomia é cada vez mais comum mundo afora e começou a se difundir em São Paulo, depois se espalhou pelo Brasil. O consumidor quer compartilhar e ter a oportunidades de degustar diversos pratos.

 Gastronautas

Atualmente temos um novo tipo de gastrônomo: Os gourmets 2.0 ou os gastronautas, como foram batizados pela imprensa britânica.

Jovens obcecados por gastronomia e por rede sociais, uma combinação mais do que perfeita. Uma nova geração de influentes gastronômicos, que olham mais além das estrelas Michelin, ou dos renomados rankings de restaurantes. Eles compartilham tudo sobre gastronomia através do twitter, instagram, e grupos fechados no facebook. Através das mídias sociais, trocam receitas, trocam dicas de restaurantes, trocam informações sobre restaurantes “secretos” que não são divulgados na mídia, mas por incrível que pareça disputados por muitos na hora de chegar. Enfim tudo sobre gastronomia, a nova gastronomia! Ah, e claro muitas fotos! Se não tem foto não vale.

Bowls saudáveis,  ou comer en cuencos

Depois das saladas no pote, a tendência da vez para 2017 são as saladas na tigela, ou bowls (inglês) saudáveis ou cuencos (espanhol), nada mais são do que tigelas, pequenas bacias, ou ainda taças. As saladas são tão completas que trazem uma refeição inteira, com todos os nutrientes necessários para repor as energias. A ideia também é boa para levar de marmitinha saudável.

Além de tudo, é bem mais prático, amigável, permite mistura de sabores, integrar ingredientes, mergulhar a fatia do pão, muitos cozinheiros tem feito uso como o espaço perfeito para servir seus pratos, e às vezes, mesmo, não é necessária nem colher, usa-se as mãos e o pão. O  exemplo se espalha e cada vez mais vamos encontrar bacias, bowls e taças nas mesas. É um costume dos povos orientais que se espalha pelo mundo.

Sour beers  = Cervejas ácidas

Tradição na Bélgica, as ‘sour beers’, ou cervejas ácidas, estão ganhando espaço por aqui e prometem ser a aposta cervejeira para 2017. Aliás, é possível encontrar marcas nacionais que investem no sabor, como cervejarias mineiras e paranaenses. O sabor ácido provém de frutas cítricas, como cupuaçu, graviola, jabuticaba, maracujá, por exemplo. O resultado é um sabor extremamente ácido, refrescante, com aroma frutado, de coloração dourada e nada de amargor.

 

Vinhos orgânicos e em embalagem sustentável

Depois da popularização dos alimentos orgânicos, será a vez dos vinhos seguirem essa linha. Os vinhos orgânicos e biodinâmicos vêm crescendo no Brasil, inicialmente com os consumidores mais especializados. Deve crescer também a oferta de vinhos em caixas, chamados de Bag in Box, uma alternativa para reduzir o preço dos vinhos mais simples, e os lacrados com rosca. É utilizado na grande maioria em vinhos que devem ser consumidos ainda jovens. E considerando o aumento do consumo, a escassez da árvore que gera a rolha ou cortiça (Sobreiro), as tampas de rosca e as rolhas sintéticas serão cada vez mais utilizadas.

Vinhos para consumo rápido

Devido ao aumento do consumo mundial de vinhos, as vinícolas estão cada vez mais produzindo vinhos para o consumo mais rápido. Os vinhos mais encorpados e de estilo, que precisam de muito tempo de guarda para serem degustados, estão diminuindo. Por isso os vinhos estão cada vez mais fáceis de beber, frutados, com influência de madeira, o que, de certa forma, os deixa muito parecidos, o que desagrada aos enófilos mais exigentes. Os  sommeliers explicam que essa tendência mudou hábitos em países tradicionais no mundo do vinho, como França e Itália, que têm se “flexibilizado”. Na França a maioria das vinícolas já está começando a indicar o nome das uvas nos rótulos, o que não era necessário, pois o que importava era o produtor, a região e o terroir. Na Itália, onde se produz vinhos tradicionais com uvas regionais, começaram a utilizar cada vez mais no corte (assemblage) uvas de outros países, como França e Espanha. Em ambos os casos o objetivo é tornar o vinho mais fácil e acessível à maioria dos consumidores.

 

Novidades, novos hábitos

Snacks saudáveis

Já faz um tempinho que os lanches saudáveis estão fazendo sucesso, mas agora vieram para ficar mesmo. Além de serem uma boa opção para a hora da fome, a maioria deles são muito fáceis de serem executados, como os chips de frutas e legumes. Inhame, mandioquinha, beterraba, batata doce, maçã, pêra, banana, são alguns exemplos.

 Banana Verde

Linhaça, chia, óleo de coco sempre aparecem em ingredientes que saltam aos olhos dos preocupados com a saúde e boa forma. Segundo a nutricionistas, a banana verde, que já é bastante indicada por profissionais de nutrição, deve ganhar ainda mais espaço. Pode ser utilizada no preparo de diversas receitas, já que a farinha ou a biomassa podem ser incorporadas a bolos, mousses, entre outros. Grande quantidade de fibras (que ajudam a alcançar sensação de saciedade), numa versão facilmente digerível pelo corpo, e minerais se destacam entre os benefícios do alimento, cujo consumo também está associado ao controle dos índices de glicose no sangue e, portanto, da diabetes, e à redução dos níveis de colesterol e triglicérides.

Jaca, novo substituto da carne vermelha

Nas feirinhas gastronômicas pelo Brasil, a coxinha de jaca foi sucesso total no ano que passou. Mas não só no famoso salgado, a tendência é usar  a jaca como uma grande substituta da carne. Se antes a jaca era vista com preconceito e como uma fruta não muito agradável, agora ela virou a melhor amiga dos vegetarianos e até de quem quer reduzir a quantidade de carne na alimentação. Além de ser rica em vitaminas, seu sucesso deve-se ao fato de sua textura lembrar frango ou carne desfiada, e pelo sabor neutro e não-adocicado.

Sobremesas de vegetais

A combinação de sabores doces e salgados é bastante explorada na culinária, principalmente na oriental, bem popular no Brasil. Pois agora essa brincadeira vai além, com sobremesas feitas com legumes e verduras. Cenoura e abóbora, por exemplo, são bastante usados em bolos e tortas, mas novos ingredientes estão sendo misturados a receitas tradicionais, resultando em: cheesecake de couve-flor, brownie de feijão preto ou crostata de berinjela com cobertura de chocolate. Parece exótico, mas vai ser uma realidade cada vez mais frequente.

Inove, ouse, experimente e viva mais saudável,

ganhe mais saúde neste 2017!

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Ceia de Final de Ano – Receitas Especiais

As receitas abaixo  podem fazer parte de um cardápio para a Ceia de Final de Ano, estão divididas em Entradas, Pratos Principais e Sobremesas.

Use a criatividade e surpreenda seus convidados!

ENTRADAS

SURPRESA DE VERÃO– CAMARÃO E MELANCIA

Esta salada vai realmente surpreender os convidados, sabores frescos e aparência linda, fácil de fazer e um resultado inesquecível!melancia-camaroes

Ingredientes:
1/2 Kg de camarões tamanho médio, limpos

Folhas de mini rúculas e/ou mini agrião, lavadas e escorridas

1 colher de sopa de suco de  limão  e raspas de limão

Azeite ou óleo de oliva  o quanto baste para temperar, sal e pimenta preta  moída, colorau

4 a 6 Fatias retangulares de melancia, sem sementes ( cortadas como uma fatia de pão de forma)

 Preparo:
Lave os camarões, escorra bem e  reserve.

Aqueça água em uma panela, em quantidade suficiente para cozinhar os camarões

Assim que ferver a água, baixe o fogo e coloque os camarões na panela, mexendo rapidamente e apenas espere que fiquem rosados, não deixe ferver para não endurecerem, escorra rapidamente e coloque-os em uma vasilha para serem temperados.

Tempere os camarões com óleo, colorau, sal e pimenta preta  moída e com as raspas de limão. Reserve.

A partir de uma melancia, tirando a casca e obtendo a polpa, procure formar um bloco retangular e corte fatias grossas, assim como um pão de forma. Tire as sementes para não ficarem na sua salada. Tempere levemente as fatias de melancia salpicando pimenta preta moída e sal, só para dar um toque .

Monte em pratos individuais para cada convidado,  a fatia de melancia, adornada por folhinhas de mini rúculas e/ou mini agrião, e sobre as fatias, uma porção dos camarões temperados, finalize com respingos de suco de limão e um fio fino de óleo.

Sirva a seguir.

 SALADA TROPICAL

Ingredientes: 1 pé de alface pequeno, 1 peito de frango sem osso, 1 colher (sopa) de azeite, sal a gosto, pimenta do reino a gosto, 1 lata de creme de leite, 1 colher (sopa) de suco de limão, 1 xícara (chá ) de uvas itália sem pele, 2 xícaras (chá) de manga em cubos, 1 colher (sopa) de hortelã picadinha.

 Preparo:Lave e escorra bem a alface. Corte o peito de frango em cubos pequenos. Aqueça o azeite e refogue muito bem os cubos de frango, pingando água, se necessário. Tempere com sal e pimenta do reino. Reserve até esfriar. Em uma tigela, misture o creme de leite, o suco de limão, o sal e pimenta do reino. Junte as uvas verdes, os cubos de manga e de frango, a hortelã e misture tudo muito bem. Arrume a salada sobre as folhas de alface e sirva gelada, decore com ramos ou folhas de hortelã.

Dica: para quem tem intolerância a lactose, pode usar o creme de leite de soja, acrescentando um pouco de mostarda, gotas de limão, pimenta do reino e corrigindo o sal, para amenizar o sabor de baunilha que geralmente estes cremes trazem.

 

SALADA DE LENTILHA

 Ingredientes para a salada:
250 g de lentilha

1 cebola, grande

2/3 de xícara (chá) de amêndoas, laminadas

3 colheres (sopa) de hortelã, picada

1 colher (café) de cominho em pó

 Preparo:

1. Cozinhe a lentilha em bastante água (como se fosse macarrão) por 15 minutos.

  1. Verifique se ela está al dente e coloque numa bacia com água e gelo para encerrar o cozimento. Em seguida, coloque num escorredor para que fique bem sequinha.
  2. Pique a cebola em pedaços não muito pequenos. Leve ao fogo bem baixo numa panela com uma colher de água por tempo suficiente para que os açúcares e sucos da cebola já tenham dourado. Reserve.
  3. Se você não encontrar amêndoas laminadas, use picadas. Se estiverem cruas, coloque no forno para torrar um pouco. Em seguida, misture todos os ingredientes da salada.

Ingredientes para a vinagrete:

1 colher (sopa) de mostarda, tipo Dijon

1/3 de xícara (chá) de vinagre, balsâmico

1 xícara (chá) de azeite de oliva

sal e pimenta do reino, a gosto

Preparo:
1. Para fazer a vinagrete, comece colocando numa tigela a mostarda, o vinagre, sal e pimenta-do-reino, de preferência moída na hora.

  1. Com o auxílio de um fuet (ou batedor de maionese como também é chamado) misture bem os ingredientes e, sem parar de bater, vá adicionando o azeite de forma a emulsionar o molho. Se, ao final, não estiver um líquido homogêneo, coloque uma colherinha de água e bata mais um pouco.
  2. Verifique o sal e a pimenta. Tempere a salada com este vinagrete e leve à geladeira por, no mínimo, duas horas.

ENDÍVIAS COM  ERVILHAS E LENTILHAS

 Ingredientes:
1/3 xícara (chá) de lentilhas

1/3 xícara (chá) de ervilhas

½ pimentão vermelho

½ pimentão amarelo

suco de ½ limão

1 maçã verde

200gr presunto magro fatiado

Cebolinha verde picada

20 folhas de endívia

Azeite o quanto baste para temperar, sal e pimenta moída

Tomatinhos cereja para decorar

 endivias-lentilhaPreparo:
Lave as lentilhas e as ervilhas em  água corrente.

Coloque as lentilhas numa panela e cubra com água. Coloque as ervilhas numa panela e cubra com água.  Leve ao fogo alto e espere ferver. Deixe cozinhar somente até que fiquem macias. Este cozimento deve ser separado para conservar as cores dos grãos.

Retire as lentilhas do fogo e escorra a água. Coloque as lentilhas num recipiente. Reserve.

Apóie os pimentões numa tábua e corte uma tampa de cada lado, com uma faca afiada. Retire as sementes e despreze.

Corte os pimentões ao meio, no sentido do comprimento e depois no sentido da largura. Apóie as metades na tábua, com a parte da pele voltada para baixo, e corte em tiras finas(1 cm). Reserve.

Descasque a maçã e corte em rodelas (1 cm); corte as rodelas em tiras (1 cm) e as tiras em cubos. Coloque os cubos de maçã num recipiente e acrescente o suco de limão. Misture bem.

Corte em cubinhos pequenos o presunto fatiado.

Em uma tigela, acrescente as lentilhas, as ervilhas, o presunto,  os pimentões, as maçãs e a cebolinha picada e misture bem.

Tempere com o sal, pimenta do reino e azeite. Misture novamente.
Lave as folhas de endívia cuidadosamente sob água corrente. Escorra bem, com cuidado, sem amassar. Coloque as folhas num prato e acrescente o recheio dentro. Decore com rodelinhas de tomate cereja.

Sirva a seguir.

 

PRATOS PRINCIPAIS

 LENTILHADA DA  SORTE!

Esta lentilhada, contendo a batata e a moranga, fica saborosa e simboliza a fartura e a sorte!

Ingredientes:

500 gr lentilha

250 gr de lingüiça calabresa fininha

1 cebola média, 2 folhas de louro, 1 dente de  alho, um pouco de colorau

3 xícaras de batatas inglesas em cubos

2 xícaras de moranga em cubos

Água para cozer, óleo para refogar.

  • Colocar a lentilha de molho na água umas horas antes.
  • A receita deve ser preparada em duas panelas separadas
  • Em uma refogar a lingüiça cortada em fatias finas até dourar, colocar a cebola e o alho,mexer, juntar o louro, um pouco de colorau, colocar as batatas, a moranga e cobrir com água deixar cozinhar uns 10 minutos.
  • Deixar cozinhar até que as batatas e morangas fiquem macias, mas, al dente.
  • Enquanto isso em outra panela, escorrer a lentilha e colocar na panela com água até a cobrir e um pouquinho de sal, deixar cozinhar até ficar mole, mas não deixar passar do ponto.
  • Depois que a batata estiver pronta e a lentilha também, com uma concha colocar aos poucos a lentilha na panela em que estão a batata, moranga e a linguiça, assim você pode controlar a quantidade que quer misturar
  • Se sobrar lentilha, pode congelar para fazer outro dia, ou deixar na geladeira
  • Colocar sal e pimenta a gosto

 

ARROZ COM AMÊNDOAS E  ALHO PORRÓ

 Ingredientes: óleo de oliva, , 2 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido, , 4 xícaras (chá) de água fervente, 1 xícara (chá) de amêndoas em lascas torradas, 1 molho  de alho poro, colorau, páprica, sal, ervas fias secas, 1 colher de sopa de pesto.
Preparo: Lave bem o alho poró, tirando bem a terra que poderá ter entre suas folhas. Descarte as raízes. Refogue, em pouco óleo de oliva, o talo branco de alho poró, que foi cortado em rodelas finas, refogue a seguir, as partes verdes do alho poró, que foram cortadas em tirinhas bem fininhas, este refogado não pode passar do ponto, não deve dourar demais, pois queremos ter as cores verdes no arroz,  coloque um pouco de colorau, as ervas, a colher de pesto, coloque mais um pouco do oléo de oliva e o arroz, refogue rapidamente, acrescente sal à gosto. Acrescente quatro xícaras (chá) de água fervente e misture bem. Deixe cozinhar em fogo baixo, em panela parcialmente tampada, por 15 minutos ou até que o arroz fique al dente.  Em separado, em frigideira, só um fio de óleo de oliva, refogue, buscando dar cor, torrando rapidamente as amêndoas. Retire do fogo, tampe a panela e deixe descansar por 10 minutos. Junte as amêndoas picadas, misturando com um garfo, para deixar bem soltinho o arroz e sirva a seguir.

  

ARROZ COM ESPINAFRE

Ingredientes:3 tabletes de caldo de galinha, 6 xícaras (chá) de água fervente, 2 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido, óleo para fritar o arroz,  1 maço (só as folhas) de espinafre picado, 2 colheres (sopa) de manteiga, 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado.

 Preparo: Frite o arroz no óleo, junte os cubos de caldo de galinha e um pouquinho só de água, misture bem para desmanchar os cubos.  Acrescente as seis xícaras (chá) de água fervente, mexa bem e cozinhe em fogo baixo durante 20 minutos, com a panela parcialmente tampada. Quase ao final do cozimento, acrescente o espinafre picado, a manteiga e o queijo ralado. Depois de cozido, apague o fogo e deixe descansar 10 minutos com a panela tampada.

 

LOMBO COM RODELAS DE LARANJA

Ingredientes: 2kg de lombo de porco, 1 cebola ralada, 1 colher (sopa) de manteiga, 1 e 1/2 colher (sopa) de maisena, 1/2 colher (chá) de gengibre em pó, 1 copo de suco de laranja, 1 tablete de caldo de carne.

 Preparo:Coloque o lombo em assadeira com a parte gordurosa para cima e asse durante 1h30min, mais ou menos, em forno brando. Frite a cebola na manteiga até que fique macia. Junte os ingredientes mexendo sempre. Cozinhe até engrossar um pouco e pincele o lombo com essa mistura, assando-o por mais 1 hora, aproximadamente. Sirva com fatias (rodelas) de laranja.

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BACALHAU AO BACON ( unindo o peixe e o porco)

Uma opção para começar o ano mais leve. Comer peixe no ano novo, além de ser uma refeição saudável, adiciona  leveza para nosso organismo.

Ingredientes:

  • ½ kilo de bacalhau (pode ser já desfiado ou em lascas)
  • 2 kg de batatas em rodelas
  • 3 ovos cozidos picados
  • 1 alho poró cortado em rodelas
  • 2 cebolas cortadas em rodelas
  • 1 pimentão vermelho cortado em cubos
  • 4 dentes de alho em fatias finas
  • Aproximadamente 100 gramas de bacon em pequenas tiras
  • azeitonas pretas
  • azeite  de oliva,  para o toque especial!
  • Salsinha picada, sal (cuide na quantidade)e pimenta a gosto

bacalhau-e-baconPreparo:

  1. Retire o sal do bacalhau da seguinte forma: aqueça uma panela com muita água até ferver, mergulhe o bacalhau e reserve por algumas 3 horas. Depois escora  bem o bacalhau e não descarte a água.
  2. Com a água do bacalhau, cozinhe as batatas.
  3. Em uma frigideira, frite o bacon e o pimentão.
  4. Tempere o bacalhau com cebola, alho, pimenta e sal a gosto
  5. Monte o prato com um refratário e coloque bastante azeite para forrar e uma camada com alho poró. Coloque o bacalhau, as batatas e os demais ingredientes.
  6. Cubra com  azeite e leve ao forno. Retire assim que dourar.
  7. Você pode incrementar o ovo e a azeitona preta, polvilhar com salsinha picada para deixar o prato ainda mais bonito e apetitoso.

 

SOBREMESAS

MELÃO  FESTIVOmelon-frutas

 Ingredientes:3 melões grandes e bem maduros, 1 porção de morangos, 12 bananas, 1 lata de pêssegos em calda, 1/2kg de uvas tipo Itália  sem sementes, 1 maçã vermelha, 1 maçã verde, 1 porção de cerejas ( em calda), 1 copo de vinho doce, 1 copo de suco de laranja, 1 cálice pequeno de licor de frutas ao seu gosto, 1 limão

 Preparo:Lave e enxugue os melões. Você vai usá-los como recipiente para todas as frutas picadas.  Corte uma fatia fina ( tipo uma tampa) junto ao cabo, sem furar, só para que ele possa ficar de pé na bandeja. Corte uma fatia mais grossa na parte de cima. Retire por essa abertura as sementes (descarte as sementes) e boa parte da polpa dos melões. Depois de colocar na bandeja,  leve-os à geladeira.  Corte em pedacinhos e leve à geladeira a polpa dos melões, colocando em uma vasilha que comporte todas as frutas. Lave bem todas as frutas, mantenha a casca das maçãs, para colorir a salada de frutas festiva,  corte em cubos ou fatias, junte com a  polpa dos melões, polvilhe um pouco de açúcar, junte todas as bebidas. Retire os melões da geladeira e recheie com a s frutas, escorrendo-as antes de colocar dentro dos melões, ao final divida em partes iguais o caldo, regando as frutas dentro de cada melão. Passe suco de limão nas bordas dos melões e polvilhe com açúcar, podendo usar as tampas para cobrir. Volte à geladeira até a hora de servir. Leve à mesa em bandeja e sirva em taças.

Obs.: Pode substituir os melões por uma melancia, fazendo com que ela seja o receptáculo para a salada de frutas, porém antes de usar a polpa você terá que remover todas as sementes que estão incrustadas na carne da fruta.melancia-saladeira

BOLO DE MEL ESPECIAL

Ingredientes

a) 4 ovos

b) 1 copo de açúcar

c) 3/4 de copo de mel

d) 1/2 copo de café forte (4 colheres – sopa – de café solúvel em pó em 1 copo  de água)

e) 1/2 copo de óleo de milho

f) 1 1/2 colher (chá) de bicarbonato em pó (dissolvido no café)

g) 400 g de farinha de trigo

h) 1 colher (chá) de essência de baunilha

i) 1 xícara (chá) de uvas passas brancas, sem sementes, polvilhadas com farinha de trigo

j) 1 xícara (chá) de nozes picadas na faca

k) 1 1/2 colher (sopa) de fermento em pó

    • Óleo para untar e farinha de trigo para polvilhar a forma (assadeira tamanho grande)
    • Açúcar de confeiteiro e canela em pó, para polvilhar

Observação: a medida utilizada, o copo é do tamanho do tipo  copo de requeijão.bolo-de-mel

Modo de preparo:
Bater na batedeira, juntando na seqüência os ingredientes de a até f. Após, juntar aos poucos a farinha, misturar bem, acrescentar a essência de baunilha, e os itens i e j.  Mexer com delicadeza para misturar. Aquecer o forno em calor médio, para assar bolo. Preparar a forma, untar a forma e polvilhar. Após, voltar á mistura e acrescentar o fermento,  misturar bem, mas mexer suavemente. Colocar na forma e assar,  deixando que o bolo cresça e doure, sem abrir o forno nesta primeira etapa, quando já estiver dourado, verificando com o palito para ver se está pronto, espetando o palito e vendo se sai sequinho.  Deixe esfriar e corte em pedaços quadrados, retirando da forma, polvilhe com a mistura de açúcar de confeiteiro e canela em pó. Este bolo pode ser guardado em latas ou potes fechados, ao abrigo da luz, durando durante as festas de Natal e final de ano.

TORTA DE FIGOS E MAÇÃS

Feita também com uvas passas, esta torta de figos com maçãs é a cara das festas de final de ano!

Ingredientes

3 gemas

2 ovos

1 lata de creme de leite

1 lata de leite (use a mesma lata do creme de leite)

2 colheres (sopa) de açúcar

2 colheres (sopa) de farinha de trigo

200 g de doce de figo em calda

2 maçãs cortadas em pedaços graúdos

1/2 xícara (chá) de uvas passas

Canela em pó e açúcar a gosto

torta-figoModo de preparo

Ponha no liquidificador as gemas, os ovos, o creme de leite, o leite, o açúcar e a farinha de trigo. Bata até ficar homogêneo. Em um refratário untado espalhe a maçã polvilhada com açúcar e canela e as uvas passas.

Entre os pedaços de maçãs, ponha os figos escorridos e cortados em cubos e despeje o creme batido. Leve ao forno médio pré-aquecido até dourar ligeiramente.

Dica: experimente substituir e usar pêssego em calda, banana fresca e sobras de frutas secas com esse creme para fazer a torta. Fica uma delícia!

 

MOUSSE COM CALDA DE ROMÃ

Em festa de fim de ano não pode faltar sobremesa com romã. Esta mousse é muito simples de preparar. Acompanhe a receita!mousse-roma-2

Ingredientes

3 claras
3 colheres (sopa) de açúcar
250 g de chocolate branco
1 lata de creme de leite
1/2 xícara (chá) de água
1/4 de xícara (chá) de groselha
Sementes de 3 romãs
1 colher (sobremesa) de suco de limão

 Modo de preparo

Bata as claras em neve, junte o açúcar e continue batendo até obter picos firmes. Derreta o chocolate em banho-maria, retire do fogo e adicione o creme de leite. Misture delicadamente as claras com o creme de chocolate. Distribua em taças individuais e leve-as à geladeira. Em uma panela, coloque a água, a groselha e leve ao fogo até ferver, deixe reduzir um pouco, para engrossar, mas sem escurecer. Acrescente as sementes de romã, desligue o fogo e misture o suco de limão. Deixe esfriar e distribua sobre as taças de momousse-romausses, se você escorrer de forma que não fique muito líquido, aparecendo bem os grãos de romã, ficará como a foto ao lado, se deixar com calda, ficará como a foto acima. Rende cerca de 6 porções.

 

 

Boa Ceia de Final de Ano e um ótimo 2017!

 

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Alimentos na Ceia de Ano Novo – tradição, simbologias, simpatias, sortilégios!

Qual o significado dos alimentos de ano novo, o que significam as comidas de Reveillon, suas tradições e simbologia, que são passadas de pais para filhos, que são trazidas de outros países e  culturas, e sua perfeita integração com a riqueza da culinária brasileira?

Arroz, grãos, aves, peixes, frutas, vinhos, espumantes e champanhe, quantas delicias existem numa ceia de Ano Novo, comumente chamada de Ceia de  Reveillon?

Na maior parte das civilizações, o marco da passagem dos anos é uma data sempre a ser celebrada, mesmo que estas possam ser comemoradas em datas diferentes e em caráter cíclico: um novo ano, com novas oportunidades e novos acontecimentos.

No caso do Ano Novo ocidental, a festa também é conhecida pelo nome de Réveillon.

O termo é originado do verbo réveiller e que, traduzido do francês tem o significado de despertar. O evento acontece em 1º de janeiro, mas sua comemoração começa na véspera e segue diferentes ritos, que variam de acordo com as culturas.

No Brasil, há o hábito de vestir-se de branco e adotar simpatias para garantir sorte e prosperidade para o novo ano.

O que comer na ceia de Ano Novo?

O Ano Novo representa uma época de finalizações e de renovação de esperanças. Sendo data de comemoração, quando os alimentos sempre estão presentes, nas tradicionais ceias. Nessas ocasiões, alguns desses alimentos costumam ser consumidos para a sorte, proteção e para o amor. Entenda melhor sobre eles e saiba escolher o seu cardápio durante as festas.

A começar pela fartura, pela imensa quantidade de comida que geralmente encontramos à mesa nessa ceia, que reflete não só um momento de abundância e felicidade, mas o desejo de que as mesmas se repitam em todo o ano que está por vir.

Os pratos servidos também têm seus significados e tradições. Eles variam de acordo com o país e cultura. A ceia de Ano Novo traz, em sua comida e sua forma de servir, muitos significados, vamos explicar o que consumir e o que não comer na noite de ano novo, na tradicional Ceia de Reveillon realizada na noite da virada do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro.

Abaixo, uma lista de comidas de ano novo, os alimentos que são servidos na ceias, ou que carregam alguma significação na passagem do ano:

  • ARROZ

O arroz é um alimento praticamente mundial. Sua cor representa a divindade. O consumo desse alimento ainda simboliza riqueza, abundância e fertilidade. Vem daí o costume de jogar arroz nas noivas

Na Coréia, no Japão, no Líbano e na Dinamarca acreditam que esse é um alimento que traz muita sorte. O Líbano tem ainda uma outra curiosidade, é costume desse povo comer apenas alimentos brancos na noite da passagem do ano.

  • CHAMPANHE, ESPUMANTES, VINHOS FRISANTES

Essas bebidas também são feitas com uvas, são bebidas que não podem faltar na ceia e no brinde de Ano Novo.

Como é feito a partir da uva, atrai sorte. Além disso, é a bebida da celebração da vida, da alegria e por isso atrai felicidade. Existe o costume de tomar 3 goles de champanhe e para cada um fazer um pedido.

Saúde!
Saúde!

 

O champanhe “verdadeiro” é originário de uma região da França, e sua pureza e qualidade são reconhecidas no mundo todo. O único problema é que essa é uma bebida cara, mas você pode substituí-la por espumantes nacionais ou importados, de quase igual qualidade e mais baratos.

 

 

  • CORDEIRO

O cordeiro é um animal muito tradicional das ceias de Natal e Ano Novo, consumido há milhares de anos, é um animal muito apreciado no Oriente e aos poucos vem conquistando seu espaço na mesa dos brasileiros, se você não gosta é por que não experimentou, ou se já comeu e não gostou é por que não foi bem preparado, sendo assim, neste fim de ano inove sua ceia e coloque o cordeiro no cardápio e surpreenda seus convidados.

  • FIGO: Atrai saúde, paz e harmonia.

Existem registros de que a fruta era enaltecida por gregos e romanos, que atribuíam ao deus Dionísio ou Baco a introdução do figo e da uva “para a alegria e riqueza da humanidade”. Também no Antigo e no Novo Testamento existem várias passagens alusivas à figueira, considerada um símbolo de paz e de harmonia.

Com tantas referências históricas, sabe-se também que há muito tempo atrás a figueira já era cultivada nas regiões semi-áridas do sudoeste da Ásia, pelos povos do deserto, tendo sido introduzida no Egito, na Grécia e na Itália quase mil anos antes de Cristo.

Com a expansão do mundo árabe, a figueira foi também levada para a Península Ibérica, estabelecendo-se na Espanha e em Portugal.

Foi assim, com toda a sua história e mistérios, que as primeiras figueiras chegaram às terras brasileiras já no século 16.figos

O figo, aquele conjunto carnoso avermelhado e completamente comestível, é erroneamente identificado como o “fruto da figueira”. No entanto, todo esse conjunto não passa de uma inflorescência denominada “sícone”. Ou seja, o figo propriamente dito nada mais é do que o receptáculo carnoso em cujo interior encontram-se os verdadeiros frutos: as minúsculas sementinhas que permanecem envolvidas pelos restos das flores da figueira, que formam a polpa carnuda.

  • LENTILHAS

A lentilha é sinal de boa sorte, principalmente para os italianos.

É utilizada para trazer fartura à mesa. A origem desta superstição é italiana e foi trazida para o Brasil pelos imigrantes. Dizem que 1 colher de sopa é suficiente para assegurar um ano inteiro de muita fartura.

No Brasil e no Chile, algumas pessoas acreditam que a lentilha deve ser a primeira coisa a ser consumida na ceia, logo após a meia-noite, para que não falte dinheiro durante o ano que está chegando. Grãos, como por exemplo a a lentilha, se assemelham a moedas.

lentilhaQuem quer atrair riqueza não pode deixar de consumir lentilha, essa preciosa leguminosa (diferente de “legumes”, as leguminosas são feijões, lentilha, soja e grão de bico). Acredita-se que as pequenas sementes, circulares e achatadas são como moedas e atraem boa sorte no âmbito financeiro. .Aliás, a lentilha é tão rica em fibras solúveis, que devia ser mais consumida no ano inteiro e não somente agora.

  • LOURO

Espalhar folhas de louro pela mesa é um costume antigo vindo da tradição greco-romana por simbolizar sucesso e vitória. Guardar 3 folhas de louro na carteira é garantia de sucesso e reconhecimento!

O Louro, proveniente do Mediterrâneo, era símbolo de vitória para atletas e heróis nacionais durante a Roma Antiga. Este hábito perdura até hoje, quando levamos as folhas de louro na carteira, como símbolo de boa sorte!

  • MAÇÃ

À meia-noite, dê uma mordida numa maça bem vermelha, que simboliza sucesso e longevidade..maca

A maçã é tão antiga quanto a história da humanidade. Nas regiões temperadas, a macieira é cultivada há muitos milênios. Segundo alguns pesquisadores, as primeiras macieiras surgiram há 25 mil anos, em algum ponto entre o Cáucaso e o leste da China. Outras investigações indicam que as espécies atuais existem desde o término da era glacial, há 20 mil anos. Na Antiguidade, a participação da maçã na vida do homem pode ser verificada por inúmeras histórias, lendas e em mitos provenientes de distintas civilizações de locais muito distantes. Até os dias de hoje não se sabe ao certo quando e onde se originou a macieira, e qual ou quais foram as espécies silvestres que deram origem à maçã contemporânea, cujas variedades são atualmente conhecidas.

A macieira é talvez a primeira árvore a ser cultivada pelo ser humano, e seu fruto tem sido melhorado por seleção natural ao longo dos anos. Atribui-se a Alexandre, o Grande o crédito de encontrar maçãs anãs na Ásia Menor em 300 A.C., e de levá-las para a Macedônia. Maçãs de inverno, colhidas no final do outono e estocadas no frio foram uma importante fonte alimentar na Ásia e na Europa durante milênios.

Segundo o pesquisador Dehais, a maçã é considerada nativa da região limitada ao norte pelas montanhas do Cáucaso meridional, ao sul pela parte norte do Irã, ao leste pelo mar Cáspio e a oeste pela região de Trevisonda, na Turquia, sobre o mar Negro. Nesses limites, atualmente estão os países Geórgia, Azerbaijão e Armênia, o norte do Irã e o leste da Turquia. As maçãs se difundiram pela Europa com facilidade por causa de sua adaptabilidade a diferentes climas, adotando, em sua viagem pelo planeta, diferentes cores, formas, sabores e histórias, pois essa fruta tem um valor simbólico grande.

Egito, China, índia, Grécia, Israel e Roma revelam a presença da maçã em diferentes fontes documentais. A arqueologia mostra que na Idade da Pedra, na Europa Central, consumiam-se maçãs frescas e secas ao sol. Nos primeiros registros escritos egípcios e chineses, a fruta aparece mencionada. É sabido que há 8.500 anos maçãs já cresciam e eram consumidas em Jerico, cidade próxima do rio Jordão, na Palestina, considerada a cidade mais antiga do mundo (partes da cidade datam de 11 mil anos), o que indica que a presença da maçã é quase tão antiga quanto os primeiros assentamentos humanos.

Em algumas regiões, na Antiguidade, as maçãs eram destinadas à nobreza, e eram sobremesa já há 4.500 anos. A maçã já era cultivada em 300 A.C. pelos fenícios e cartagineses. Os hititas, sabidamente, consumiam maçãs, assim como os acádios, já que uma múmia encontrada no cemitério real de Ur havia sido sepultada com diversos itens, dentre eles um prato com fatias de maçã. Na bíblia, no código de Manu (século V a.C), na história das plantas do grego Teophrastus (300 A.C.) e em obras de botânica feitas por romanos (Marco Terencio e Plínio Caio) também há referência à maçã, mostrando a difusão da fruta por essas regiões.

Na Idade Média, a maçã, notadamente a silvestre, era cultivada e consumida pelas classes sociais mais altas. O cultivo era reservado para monastérios e para a nobreza, feito em lugares isolados como pântanos drenados ou ladeiras de colinas. Já no século XVI, os médicos indicavam consumir maçãs cozidas e temperadas, por considerarem-na uma fruta muito úmida e fria. Durante o século XVII, foi utilizada pelos camponeses europeus para fazer sidra, uma bebida. Chegou ao Novo Mundo pelos colonizadores europeus, mas há informações de se haver encontrado evidências dessa fruta em ruínas de colônias vikings na Groenlândia e no Canadá, datadas de mais de 400 anos antes do descobrimento da América por Colombo. A maçã foi uma importante fonte alimentícia em todos os tipos de climas frios. E a espécie de fruto, com exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo sem perda de suas propriedades nutritivas.

  • MELANCIA

Atrai prosperidade, devido a sua grande quantidade de água e sementes, e a capacidade de muitos frutos, acredita-se que a melancia é símbolo de vida, fartura  e renovação.melancia

A melancia é originária das regiões secas da África tropical e do Sul da Ásia, embora seja encontrada na Índia uma grande diversidade dessa espécie, o que acabou gerando uma controvérsia sobre sua real origem. A domesticação ocorreu na África Central onde a melancia é cultivada há mais de 5000 anos. No Egito e no Médio Oriente é cultivada há mais de 4000 anos. A cultura foi introduzida na China no séc. X. Por volta do séc. X o seu cultivo era documentado na Córdoba árabe e no séc. XIII já era cultivada em diversas regiões da Europa. A cultura foi introduzida na América no séc XVI e no Brasil foi trazida por negros de origem Banto e Sudanês,  no processo de escravidão. Por ser adaptável, é tão resistente que se dispersou sem problemas por quase todo o mundo, é hoje, a segunda fruta mais produzida no planeta, depois da banana.

Considerada uma fruta que funciona como sobremesa refrescante, nas regiões áridas de África são utilizados como fonte de água desde tempos imemoriais. As sementes são muito consumidas em diversas regiões da Ásia. Na Índia faz-se pão de farinha de semente de melancia; no Médio Oriente comem-se as sementes assadas; na China selecionaram-se cultivos com sementes grandes.

Tem propriedades hidratantes (contém cerca de 90% de água). Além disso, possui também açúcar, vitaminas do Complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.

Pode ser consumida in natura, ou ainda elaborada em pratos doces (sorvetes, sucos, mousses, saladas de frutas, doce em calda) ou salgados (saladas, contrastando com sabores do camarão, temperada com hortelã, mangericão, ou então harmonizando sabores com seus primos melão, abóbora e pepino).

  • NOZES, AVELÃS, CASTANHAS E TÂMARAS

Elas foram trazidas pelos imigrantes de origem árabe e são recomendadas para garantir fartura.

As “nuts” (nozes,castanhas em geral e, ate frutas secas,em inglês) atualmente estão sendo utilizadas como petisco saudável, como uma pequena porção antes das duas  principais refeições, e veja  se a  fome não vai diminuir na hora de “atacar” o prato principal.frutas-oleaginosas

A arte de secar  frutas para consumi-las durante o inverno surgiu na Europa , durante o Império Romano. Ricas em açúcares, na época , eram utilizadas  por viajantes e soldados para repor as energias.

As frutas  desidratadas são submetidas a  processos de secagem natural, exposição ao Sol ou artificial, câmaras de ar,vapor ,estufas ou fornos, sendo que não perdem muitas  de suas propriedades nutricionais.    As fibras, minerais e açúcares permanecem preservados e ficam muito  mais  concentrados, daí o forte sabor adocicado e aroma.

  • PEIXES

É a única carne obrigatória ( porque é muito saudável) que devemos comer na ceia de ano novo, também porque o peixe é o simbolo dos milagres de Cristo. Na verdade, peixe em grego é ICHTUS, que é também a junção das iniciais de Iesus Christus Theos Uios Soter, que em português significa Jesus Cristo, filho de Deus, o Salvador. Come-se peixe, portanto, para pedir a proteção do Cristo durante o ano que está chegando. E por que é bom para a saúde! Muitas culturas acreditam que os peixes trazem boas vibrações. Os japoneses acreditam que eles são um símbolo de fertilidade por conta de sua capacidade de produzir toneladas de ovos. Os suecos também comemoram a virada do ano com uma abundância de frutos do mar, incluindo pratos em conserva.

  • PORCO –  LEITÃO

O porco está sempre andando e fuçando para frente e, por isso, é visto como um animal de prosperidade.

Além disso, seu alto teor de gordura nos remete à fartura e à riqueza. No interior existe um velho ditado que diz que todo animal que faz xixi para trás empurra o dono para frente, sendo assim o porco é a melhor opção, ou o tender assado.

  • ROMÃ

A romã é símbolo de fartura e fertilidade, é uma planta mágica cultuada em antigas tradições do oriente por ter poderes de atrair riquezas para quem a cultiva.

Ela é uma fruta que tem muitas sementes, que simbolizam o nascimento e a abundância.roma

A romã está associada às paixões e à fecundidade. A árvore era consagrada à Afrodite, deusa da fertilidade. Para os judeus, a romã é um símbolo religioso com profundo significado: no ritual do ano novo, acreditam que o ano que chega sempre será melhor do que aquele que vai embora. Sugiro como uma linda decoração e para ser apreciada, pois é rica em vitamina C, fortalecendo a defesa natural do corpo.

No Brasil, a tradição manda que se segure três sementes dessa fruta nos dentes à meia-noite, pedindo dinheiro para o ano seguinte.

Serve para atrair dinheiro. Coma a fruta, guardando sete sementes na carteira.

As sementes devem ser guardadas durante todo o ano, dentro da carteira e envolto em papel branco. Se você tem um quintal ou um espaço disponível plante uma romanzeira, cuide dela e ela trará fortuna para sua casa.

  • TRIGO (RAMOS): O trigo simboliza a fartura, a abundância e o desabrochar de todas as possibilidades, devendo estar presente na mesa de ano novo e durante todo o ano. Para comer, tenha um tipo de pão com trigo na mesa de ano novo, divida o pão com as mãos e ofereça a cada convidado, desejando que nunca falte o alimento para todos, com fartura e abundância.trigo
  • UVAS

A uva é a fruta mais conhecida por trazer boa sorte no Ano Novo. A uva garante prosperidade e fartura de alimentos, para isso é necessário comer 12 uvas, ou seja, uma para cada mês do ano. Aproveite e faça um pedido para cada uma que comer.Elas também podem garantir dinheiro: guarde as sementes na carteira ou na bolsa, até a troca do próximo Ano-Novo.

Na Espanha, as pessoas têm costume de comer 12 uvas à meia-noite, uma para cada batida do relógio. O objetivo é comê-las antes do início do novo ano. Alguns acreditam que a doçura de cada uva prevê como cada mês será. Por exemplo, se a terceira uva é amarga, março pode ser um mês difícil. A tradição começou em 1909, quando houve uma grande produção da fruta no país. Acredite ou não nessa superstição, coma do mesmo jeito, pois uvas fornecem glicose, fibras e água, além de matar bem a vontade de comer um doce…

  • VINHO

O vinho é feito de uvas, que por si só já carregam uma significação positiva e otimista. Na passagem do ano, faça um brinde ao ano que nasce e beba o vinho em copos de cristal.

Observações:

AVES

Passe longe de frango, peru, faisão ou qualquer tipo de ave se quer ter algum sucesso no ano que vem! As aves ciscam para trás e, para os supersticiosos, isso indica retrocessos e atraso de vida, na dúvida, opte por outros tipos de carnes.

FRUTAS COM ESPINHOS

Não tenha na mesa frutas com espinhos, segundo a crença os espinhos significam sofrimento, dificuldades e entraves.

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Drinks de Espumantes – Verão e Festas

O espumante é uma ótima bebida para ser utilizada como base de drinks refrescantes e leves. Seu teor alcoólico, em comparação aos destilados, tão tradicionalmente utilizados para esse fim, tornam a bebida muito mais leve e agradável, além de mais saudável.

Certamente que o gelo (e as frutas) irão alterar as características do produto. Mas o momento de consumo e apreciação de um espumante deve ser livre de compromissos e formalidades, sempre.

Seguem aqui algumas boas receitas de drinks e coquetéis que levam espumante como ingrediente.

Inicio pelas tradicionais Bellini, Rossini, Kir Royal e Mimosa, e na sequência teremos as receitas diferenciadas. Todas as receitas são para doses individuais.  Façam bom proveiro!

drinks-trio

BELLINI

Ingredientes:

1 parte de suco de pêssego

3 partes de espumante

Modo de Preparo:

Coloque o suco de pêssego na taça de espumante e complete com espumante prosecco.

 

ROSSINI

Ingredientes:

1 morango médio

açúcar (opcional)

100ml de espumante/prosecco

 

Modo de preparo:

Triture ou amasse bem o morango num recipiente separado.

Uma pitada de açúcar é opcional.

Misture gentilmente com o espumante.

Mergulhe um morango se quiser enfeitar e aproveite.

Sirva em seguida.

 

KIR ROYAL

Ingredientes:

15 ml de Creme de Cassis por copo

150-180 ml de vinho espumante branco (cava)

Uma pitada de raspas de laranja

Um cacho de miniuvas ou de outra fruta para guarnição

Modo de preparo:

Resfrie previamente as taças de espumante com pedras de gelo. Jogue fora o gelo antes de colocar o coquetel.

Retire uma lasca de casca de laranja (evitando o sumo), esprema para permitir que o óleo venha à superfície e passe ao redor da borda da taça. Em seguida, deixe-a no fundo.

Coloque o creme de cassis na taça e preencha com o espumante (até encher ¾ da taça). Acrescente frutas frescas.

 

ROSSINI SPRITZ

Ingredientes:

10 morangos médios

10 folhas de hortelã

50ml de calda de açúcar (ou 1 colher de sopa açúcar comum)

50ml de vodca

350ml de espumante  prosecco

100ml de club soda (ou água com gás)

5 rodelas de limão

gelo (a gosto)

Modo de preparo:

Pique os morangos grosseiramente e coloque em uma tigela junto com a hortelã.

Amasse tudo com um pilão para caipirinha ou um amassador de batata e passe para uma jarra de cerca de 1 litro.

Adicione todos os outros ingredientes e o suficiente de gelo para completar a jarra.

Misture levemente, mas não mexa demais para que o drink não perca o gás, nem fique aguado.

Sirva imediatamente em copos de vinho, sempre deixando cair em cada copo um pouco de gelo e uma rodela de limão.

Como fazer calda de açúcar

Ingredientes:

Mesma quantidade de água e de açúcar. Por exemplo, 100g de açúcar e 100ml de água

Modo de preparo:

Leve a água e o açúcar ao fogo e deixe ferver somente até que os dois se misturem. Deixe esfriar antes de colocar no drinque.

 

MIMOSA

Ingredientes

300 ml de suco de laranja

1 garrafa (750 ml) de espumante

 

Modo de preparo

Em uma jarra ou garrafa, misture o suco de laranja com o espumante. Sirva a seguir em taças de espumante.

Rendimento: 6-12 doses

 

AGRIPINO

Ingredientes

10 ml de vodca cítrica

1 bola de sorvete de limão-siciliano (ou de tangerina)

40 ml de espumante brut

1 tira de casca de limão-siciliano para decorar (ou de laranja se usar de tangerina)

Modo de fazer

No liquidificador, bata ligeiramente a vodca e o sorvete. Em uma taça, despeje a mistura e complete com o espumante. Decore com a casca de limão e sirva.

 

FRISCO

Ingredientes

10 ml de xarope de hortelã

75 ml de espumante brut

1 folha de hortelã para decorar

Modo de fazer

Em uma taça, despeje o xarope e complete com o espumante. Decore a borda da taça com a hortelã e sirva.

 

BIG APPLE

Ingredientes

1 colher (sobremesa) de açúcar

1 colher (café) de canela em pó

1 fatia fina de maçã verde em meia-lua

90 ml de espumantebrut

Modo de fazer

Em uma tigela, misture bem o açúcar e a canela em pó. Envolva a lâmina da maçã com a mistura, formando uma crosta. Reserve. Em uma taça, despeje o espumante. Junte a maçã em crosta e sirva.

 

BERRY BUBBLES

Ingredientes

6 fatias finas de morango fresco

10 ml de licor de framboesa

10 ml de licor de amora

75 ml de espumante em uma taça

Modo de fazer

Junte as lâminas de morango e os licores. Complete com o espumante e sirva.

 

MORANGO REFRESCANTEdrink-morango

Ingredientes

5 unidades de morangos maduros

1 colher de chá de açúcar ou adoçante

1 copo de espumante brut gelado (1 copo  drink)

1 unidade de morango para decorar (fazer um pequeno corte no centro do morango, e encaixá-lo na borda do copo.)

gelo a gosto

Modo de preparo

Bater os morangos picados, o açúcar e o gelo em uma coqueteleira.

Adicionar o espumante delicadamente, inclinando o copo em 45 graus para manter todo o gás da bebida.

Decoração

Fazer um pequeno corte no centro do morango, e encaixá-lo na borda do copo.

Usar copo long drink para dar um aspecto de frescor.

Dicas: caso não tenha coqueteleira, esmague os morangos no mesmo copo onde o drink será montado. Logo após, prossiga a receita normalmente. O que confere frescor ao drink é a acidez do espumante gelado, portanto, atenção para não desperdiçar o gás.

 

FRUIT

Ingredientes:

Abacaxi (3 pedaços pequenos)

Hortelã (2 raminhos de hortelã)

1 colher de sopa de suco de tangerina

2 morangos

espumante

Modo de preparo:

Amasse tudo, acrescente gelo e complete com espumante. Utilize copo longo.

 

SOUR ESPUMANTE

Ingredientes:

2 colheres de sopa de suco de limão

4 colheres de sopa de suco de manga

3 colheres de suco de morango

Açúcar a gosto

espumante

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes em uma taça e adicione o espumante. Uma dica é misturar, separadamente, mais açúcar no suco da fruta que desejar que fique na parte de baixo da taça e mais espumante na que desejar que fique na parte de cima.

 

ESPUMANTE SUNRISE

Ingredientes:

4 colheres de sopa de suco de laranja

2 colheres de sopa de groselha

espumante

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes em uma taça e complete com espumante.

Ingredientes:

2 colheres de sopa de calda de tangerina

espumante

Modo de preparo:

Apenas jogue a calda na taça com espumante e misture.

 

PEACH ESPUMANTE

Ingredientes:drink-sour

4 colheres de sopa de pêssego picado

espumante

Modo de preparo:

Bata o pêssego no liquidificador até virar um creme, coloque em um copo e adicione espumante até completar.

 

STOP LOSS DRINK

Ingredientes:

4 colheres de sopa de suco de cranberry

2 colheres de sopa de licor de amora

espumante brut

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes nas medidas corretas em uma taça flute e complete com espumante brut.

 

NOEL BEAR

Ingredientes:

2 colheres de sopa de licor de morango

1 colher de sopa de xarope de maçã verde

espumante brut

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes nas medidas corretas em uma taça flute e complete com espumante brut.

 

BULL CAMP

Ingredientes:

1 colher de sopa de xarope de tangerina

3 colheres de sopa de schweppes citrus

espumante brut

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes nas medidas corretas em uma taça flute e complete com espumante brut.

 

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Drinks coloridos e refrescantes!

 

FRESH

Ingredientes:

1 colher de sopa de xarope de folhas hortelã

1 colher de sopa de suco de limão siciliano

4 colheres de sopa de suco maçã verde

espumante

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes em uma taça e complete com espumante.

 

SORBET

Ingredientes:

1 1/5 colher de sopa de suco de limão siciliano

1 colher de sopa de xarope de tangerina

espumante

gelo

Modo de preparo:

Bata gelo no liquidificador na quantidade suficiente para adquirir a consistência de frozen. Encha metade do copo com frozen e adicione o limão siciliano e o xarope de tangerina. Complete com espumante até a boca do copo.

 

BON JOUR

Ingredientes:

4 colheres de sopa de suco de melancia

1 colher de sopa de xarope de menta

xarope de canela a gosto

espumante brut

Modo de preparo:

Coloque em uma taça os ingredientes e complete com espumante.

 

JOSEPHINE 

Ingredientes:

2 pedaços de morango

2 pedaços de framboesa

2 pedaços de manga

3 colheres de sopa de vinho moscatel

espumante

Modo de preparo:

Coloque em uma taça as frutas cortadas e adicione o vinho. Complete com espumante.

 

SOUPE DE ESPUMANTE

Ingredientes:

2 colheres de sopa de iogurte de amora

1 1/5 de suco de lichia

espumante

Modo de preparo:

Coloque em uma taça o iogurte de amora e a lichia e complete com espumante.

 

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SWAP DRINK

Ingredientes:

1 colher de sopa de licor de banana

1/2 colher de sopa de limão siciliano

1 1/2 colher de sopa de licor de pêssego

espumante

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes nas medidas corretas em uma taça flute e complete com espumante brut.

 

APPLE SOUR

Ingredientes:

1 colher de sopa de maçã verde sirop

1 colher de sopa de gotas de pastis

2 colheres de sopa de vodca de vanille

espumante

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes nas medidas corretas em uma taça e complete com espumante.

Se você tem interesse por espumantes, se aprecia esta bebida, veja mais sobre o assunto nos posts  já publicados ABC do Espumante  e  Diferenças entre champagne, espumante, frisante, prosecco.

Bebidas alcoólicas são proibidas para menores. Se beber, não dirija.

 

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ABC do Espumante

Verão e Festas – época de espumantes!espumantes

O verão começa agora e  chegou com toda força…

E com ele o calor, os dias mais longos, as festas de final de ano e as férias, muitas vezes em praias deste imenso e variado  litoral brasileiro. Nesta época, o consumo de espumantes aumenta em todo o país. Embora seja cada vez mais consumido ao logo do ano, o vinho borbulhante tem a cara do verão. É uma bebida alegre, refrescante, e que acompanha bem qualquer tipo de comida.

Atualmente os espumantes brasileiros estão entre os melhores do mundo, com ótima relação custo-benefício. Mais um bom motivo para saudar a chegada do verão com uma taça de espumante.

Do aperitivo à sobremesa, os espumantes têm brindado cada vez mais as refeições dos brasileiros. É o que mostram as pesquisas do Ibravin, Instituto Brasileiro do Vinho, pois a bebida deixou de ser exclusividade das festas de fim de ano. Anteriormente, 70% das garrafas eram vendidas no último trimestre, agora essa proporção caiu para 40%. Ou seja, estamos bebendo espumantes de forma mais contínua, com goles bem distribuídos ao longo do ano.

Mesmo com o consumo em alta, sobretudo no verão, ainda existem algumas dúvidas. Por exemplo: é certo ou errado colocar a garrafa no congelador para refrescar antes de servir? Ou ainda: é correto chamar todo tipo de vinho espumante de champanhe? Mais: para beber, por que não se usam aquelas taças largas tão comuns nos filmes da era do rádio, e sim os copos mais longos e finos?

Verifique abaixo informações e respostas para algumas questões a respeito desse tipo de bebida.

O que é um espumante

É um vinho que passa por duas fermentações. Na primeira, comum a todas as bebidas do gênero, o açúcar contido no próprio suco das uvas é transformado em álcool. Para que a segunda fermentação ocorra são adicionados açúcares e leveduras. Juntos, eles produzem mais álcool e também o gás carbônico, responsável pelas características borbulhas (perlage).

As principais uvas

Espumantes são feitos em várias regiões do mundo, mas as uvas podem mudar de um país para outro. De modo geral, a chardonnay (branca) e a pinot noir (tinta) são empregadas na produção. Na França, essas duas uvas, mais a pinot meunier, compõem a fórmula de muitos champanhes, produzidos exclusivamente na região de Champanhe. Na Itália, se fabricam bons espumantes a partir de uvas prosecco, enquanto na Espanha, são famosas as uvas macabeo e parrellada. No Brasil, além da chardonnay e da pinot noir, destacam-se também a riesling itálica e a moscato, que serve de base para espumantes doces.

Tipos de espumante

Diante da prateleira do supermercado é comum encontrarmos quatro tipos de rótulos: brut (seco), demi-sec (meio seco ou ligeiramente adocicado), doce (bem açucarado, bom para acompanhar sobremesas). A diferença entre eles está na quantidade de açúcar adicionada na segunda fermentação. Existem ainda os rosé (feitos a partir de uvas tintas).

Métodos de produção

Existem duas maneiras de fabricar espumantes. O método mais tradicional é chamado champenoise e foi criado na França, na região de Champanhe. Nele, a segunda fermentação ocorre dentro da própria garrafa. O trabalho é minucioso. Os açúcares e leveduras responsáveis pela segunda fermentação vão se depositando nos gargalos das garrafas, que são colocadas de cabeça para baixo e giradas periodicamente. Ao final da maturação, o gargalo é congelado e, na abertura, os resíduos são expulsos pela pressão interna provocada pelo gás carbônico. Já no método charmat, a segunda fermentação é feita em grandes recipientes, geralmente de aço inoxidável, projetados para suportar grandes pressões. Nesse caso, é mais fácil extrair os resíduos de leveduras.

 Todo champanhe é um espumante, mas nem todo espumante é champanhe
Parece confuso, mas a explicação é simples. A região francesa de Champanhe é a única que pode utilizar oficialmente a designação de champanhe para espumantes feitos pelo método champenoise. Em outras regiões, esse tipo de vinho recebe outros nomes.

Na Espanha, espumante é cava. Na Itália, prosecco
A região da Catalunha, no nordeste da Espanha, é a principal produtora de vinhos cava, espumante típico do país produzido pelo método champenoise. Na Itália, o espumante mais conhecido vem do Vêneto. É chamado de prosecco, que é o nome da uva que o origina.

Como deve ser servido

Espumantes pedem taças flute, em forma de tulipa alongada. Ela conserva melhor o gás e mantém as borbulhas por mais tempo. Segure a taça pela haste, o que evita sujá-la e também que o calor da mão esquente a bebida. A temperatura média recomendada para servir um espumante é entre seis e oito graus Celsius.

Uma anotação importante: temperaturas muito baixas podem acentuar a acidez e diminuir os aromas da bebida.

Posso colocar o espumante no congelador?

rolha-espumanteAtire a primeira rolha quem nunca colocou um espumante no congelador para ganhar tempo. Para vinhos tintos e brancos normais a medida é até aceitável. Mas no caso dos espumantes isso é perigoso. A pressão contida na garrafa pode fazer com que ela exploda. A forma correta e segura de servir é colocar a garrafa de espumante em um balde de gelo com água, para melhor distribuir a temperatura, de 25- 30 minutos antes do brinde.

Espumantes combinam com…

Peixes e frutos do mar são quase sempre bons parceiros dos espumantes. Pratos com alto teor de gordura, como as frituras, também casam bem com esse tipo de bebida. No caso das carnes vermelhas, a harmonização com espumante é perigosa (melhor não arriscar). Para acompanhar a sobremesa, aposte em exemplares doces como os espumantes feitos a partir da uva moscatel.

COMO RESFRIAR O ESPUMANTE

Parece bobo, mas todo o ano, algumas pessoas perdem a visão por “rolhas assassinas” como a sua.

O que as pessoas não sabem, é que não se deve resfriar o espumante no freezer. Em primeiro lugar, porque demora mais do que no balde de gelo, em segundo, porque a rolha perde a elasticidade e pode causar acidentes coespumante-baldemo o descrito acima. Além disso, alguns enólogos consideram que o choque, a -20ºC, pode alterar as características do espumante.

A forma correta e segura de servir um espumante é colocar a garrafa em um balde de gelo com água, de 25-30 minutos antes de consumir

A melhor maneira de resfriar o espumante é coloca-lo em um balde de água com gelo (na proporção meio-a-meio), mantendo a rolha para fora do balde. Em 25-30 minutos, ele estará gelado. É importante lembrar que, antes dele ficar gelado, deve-se incliná-lo algumas vezes, para que o líquido próximo ao gargalo seja misturado com o do fundo da garrafa, permitindo um resfriamento por igual.

Truques aceleradores

Se quiser resfriar um pouco mais rápido, pode colocar um pouco de sal no balde. Isso altera o ponto de fusão da água e permite que você tenha água mais gelada, sem que ela vire gelo.

Adicionar um pouco de álcool é importante. Ele é dissipador de calor da bebida, pois evapora e leva o calor embora, similar a sensação de frio que ocorre quando passamos um pouco de álcool na pele, onde o frio que se sente é exatamente em função do calor ter sido dissipado rapidamente com álcool. O sal aumenta o ponto de fusão do gelo, fazendo com que ele demore mais para derreter, aumentando então a eficiência, “autonomia” da “carga” de gelo, além também de servir para aumentar a condutividade (a eficiência na troca de calor).

O álcool é uma substância volátil, ou seja evapora com facilidade, à medida que evaporar, ele “rouba” calor da mistura, então ajuda a gelar mais rápido.

Economicamente, o sal é mais viável que o álcool, caso queira optar por um dos dois apenas, pois é necessário mais álcool do que sal para obter o mesmo efeito. O fato de usar os 2 ao mesmo tempo, faz potencializar a ação de gelar a bebida mais rápido.

Com tudo isso, será possível ter um espumante mais gelado e mais rápido, além de diminuir a chance de acidentes, desde que a rolha seja aberta da maneira correta.

espumante-lona1

Em taças ou em pratos, diversas formas de consumir espumantes:

 DRINKS: alguns drinks com espumante podem ser elaborados sem o uso de muitos ingredientes e utensílios. O Bellini, que mistura suco de pêssego e espumante em partes iguais, cai super bem em happy hours. As Mimosas, que combinam o espumante com suco de laranja, harmonizam bem com brunchs e cafés da manhã em clima de festa, veja muitas receitas neste outro post, Drinks de Espumantes;

  1. PARA FAZER A MARINADA: além dos temperos tradicionais de sua preferência, adicione meia garrafa de espumante ao deixar a ave do Natal de molho, preferencialmente um dia antes de assá-la. O espumante não só realça o sabor dos temperos, mas também ajuda a penetrá-los na carne;
  2. PARA REGAR O ASSADO: passada uma hora com a ave no forno, recomenda-se regá-la de hora em hora para que a carne não resseque. A dica aqui é regá-la adivinhe com o quê? Espumante. Separe 1/2 taça para cada vez que for regar o assado;
  3. PARA DAR SABOR AO ARROZ FESTIVO: o arroz à grega também pode entrar no clima festivo, adicionando uma taça de espumante logo depois de fritá-lo. Aliás, as famosas passas de final de ano podem ser hidratadas no espumante também. Para os que não são fãs de arroz à grega, que tal um arroz com espumante e amêndoas torradas?
  4. NA SALADA: atenção que essa dica é ouro! O espumante serve como base de molho para saladas ao usá-lo ao invés de vinagre, com um fio generoso de azeite, sal, pimenta e uma folha de limoeiro, que fica em infusão por alguns minutos antes de regar folhas e legumes;
  5. NA SOBREMESA: o espumante pode ser utilizado nas receitas de sobremesa, tanto para umedecer biscoitos em pavês ou como ingrediente principal numa mousse, batido no liquidificador com uma lata de leite condensado e uma lata de creme de leite sem soro. A medida do espumante é a mesma da lata e o Moscatel é o mais indicado para esse preparo.

Seja nas taças ou nos pratos, use a criatividade e aproveite os espumantes brasileiros nas festas de final de ano.

Veja aqui mais informações sobre este tipo de bebida.

Bebidas alcoólicas são proibidas para menores.
Se beber, não dirija.

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Rabanadas Assadas

Receita de Rabanadas assadas no Forno

Esta é uma receita de rabanada que não precisa ser frita. Para quem quer economizar umas calorias, esta receita é indicada!

Ingredientes

  • – 06 colheres de (sopa) de açúcar
  • – 01 ovo
  • – 01 clara
  • – 03 colheres (sopa) de água
  • – 01 bisnaga média de pão francês para rabanada
  • – 1½ xícara (chá) de leite
  • – 01 colher (chá) de essência de baunilha
  • – 01 colher (sopa) de manteiga ou margarina
  • – raspas de laranja
  • – 01 colher (sopa) de conhaque, rum ou vermute
  • – canela em pau
  • – canela em pó a gosto

Modo de preparo

Numa panela junte 3 colheres de açúcar, o leite, a colher de bebida alcoólica, 02 colheres de água, o pau de canela, as raspas de laranja e a baunilha. Misture bem e leve para ferver durante 2 a 3 minutos, até saborizar bem. Coloque num prato  e deixe esfriar um pouco, até ficar morno, para poder banhar os pedaços de pão

Bata ligeiramente o ovo e a clara em seguida adicione 01 colher (sopa) de água (pra ficar mais molhadinha e menos calórica) e separe.
Após untar uma assadeira com manteiga ou margarina, e polvilhar com açúcar e canela, para fazer o fundo das rabanadas.

Passe o pão (já fatiado) no leite, depois no ovo batido e acomode as fatias como todo carinho lado a lado. Polvilhe com mais açúcar e canela por cima das fatias.

Pré aqueça o forno. Deixe por  10 minutos em forno médio, 200 graus mais ou menos (depende do forno),  depois deixe em 180 graus, assando até dourar.

Depois de assadas, organize em uma travessa e decore polvilhando mais açúcar e canela, pode também usar cerejas em calda ou ameixas pretas para decorar.

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Rabanadas – um doce típico de Natal

rabanadaA rabanada é apenas um dos vários pratos que aparecem apenas no período natalino, e mesmo sendo considerada extremamente calórica, tem a adoração de muitas pessoas, o que não permite que ela caia no esquecimento, mesmo com tanto tempo em destaque. E não é só apenas do Brasil que ela é preparada no Natal, em diversos países do mundo essa tradição já existe há muito tempo.

Talvez nem todas as histórias em relação à rabanada sejam tão emocionantes, mas haverá quem diga que sempre “come chorando” uma fatia dourada dessas. Além disso, se os momentos não são tão marcantes assim, a oportunidade em que, hoje em dia, se come rabanada é única: o Natal.

Conhecida também como fatia dourada ou fatia de parida, a rabanada é um doce natalino histórico, tamanha tradição de anos que possui no natal das pessoas. Temos como história da rabanada, muitas lendas e uma origem incerta. Sabe-se que foi criada através da necessidade do reaproveitamento do pão (amanhecido), tendo em vista que sempre foi considerado um ingrediente sagrado, até mesmo por representar o corpo de cristo para os católicos. A sua origem sempre se remete a Portugal, mas em todo o mundo é possível encontrar variações da rabanada, como o “Eggy bread” na Inglaterra, o “French toast” nos EUA, e o “Pain Perdu” na França. Isso mostra que é muito mais provável uma forte influencia francesa na origem da rabanada, do que uma influencia portuguesa.

Trata-se de fatias grossas de pão, mergulhadas no leite, passadas em ovos batidos, fritas em óleo ou ainda assadas, e para finalizar polvilhadas com açúcar e canela. Depois de tantos anos de existência da receita, já é possível encontrar versões diferentes, como por exemplo, o acréscimo de vinho do porto, frutas vermelhas, e o acompanhamento do creme inglês.

rabanada-2Há informações contraditórias, porém.  Há quem diga,  americanos, em geral – que seria uma receita espanhola da Idade Média. Outros dizem que fritar pão não tem exatamente uma origem única, porque seria uma forma generalizada de melhorar o gosto do alimento nosso de cada dia. Nesse caso, a primeira referência, segundo o famoso dicionário de inglês Oxford, dataria de 1660.

Por último, há os partidários  de que a citação original de uma receita sobre fritar pão estaria em Apicius: “Aliter dulcia: siligineos rasos frangis, et buccellas maiores facies. in lacte infundis, frigis [et] in oleo, mel superfundis et inferes.” – numa tradução bem livre: “Um outro doce: Corte sigilinos [um tipo de pão de trigo] em pedaços grandes. Banhe no leite, frite no óleo, mergulhe em mel e sirva”. Um outro nome dado para essa rabanada pré-cristã é pan dulcis.

Mesmo que não se tenha uma certeza, a expressão como os conterrâneos de Verger chamam o quitute, pode explicar um pouco sua origem: pains perdus, que quer dizer “pão perdido” literalmente. Apesar de hoje já venderem pão para rabanada e usarem outros tipos de pães, brioches ou panetones como matéria-prima, o único ingrediente que se repete na imensa maioria das receitas é: pão do dia seguinte. As receitas se referem ao pão que não se pode mais comer porque está duro, um pão dormido, um pão perdido. Portanto, a rabanada é uma forma de salvar o pão. Muito natalino, não?

Outro termo que tem um pouco da explicação da origem – ou pelo menos, de um dos usos – da rabanada é como parte de Portugal as chama: pão parida, ou somente fatias de parida, ou o nome inteiro: pão de mulher parida. Misture pão (trigo), ovos, leite, açúcar e frite, e você tem, além de rabanadas, uma bomba calórica, cheia de energia. Dizem que era bom para mulheres amamentando porque daria leite. O nome “fatia de parida” vem de uma história que conta do auxilio que esse doce natalino dava na produção do leite materno durante a gravidez, e por isso era sempre oferecido e consumido pelas gestantes.

E também explica um pouco o costume de comer as fatias douradas (outro nome português que é auto explicativo) no nevado Natal europeu: se esquentar de dentro para fora.

Por fim, a origem de “rabanada”. O mais provável seja uma adaptação do espanhol “rebanada” que quer dizer… fatias.rabanada-4

É fato  que os portugueses foram os responsáveis por trazer a receita da rabanada para o Brasil, que rapidamente se espalhou e tomou conta do Natal. Mesmo hoje tendo perdido espaço para o panetone, por exemplo, a rabanada ainda é muito feita em diversos estados, sendo o Nordeste o maior consumidor.

FONTE: Luís da Câmara Cascudo, no Dicionário do Folclore Brasileiro(Global Editora, São Paulo, 2000), www.revistadehistoria.com.br.

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Sopa de Frutas e Chocolate, Dia dos Namorados

Frio intenso previsto para o Rio Grande do Sul, nada melhor do que uma sopa quentinha. E se estivermos em época de comemorar o Dia dos Namorados, melhor ainda.

Pois, como em Porto Alegre não temos um super festival de Sopas, embora seria bem adequado, devido ao nosso clima no inverno ( vejam o exemplo de São Paulo no Festival de Sopas da Ceagesp),  fica então a dica de receita de uma Sopa de Frutas e Chocolate para fazer e saborear com as pessoas especiais que queremos surpreender, aconchegar e acarinhar!sopa chocolate 2

Sopa de Frutas e Chocolate

Ingedientes

  • 500g chocolate ao leite
  • 500g chocolate meio amargo
  • 1 lata de creme de leite fresco
  • 1 colher de sopa de açúcar de baunilha
  • 2 saquinhos de chá preto
  • 1 xícara (cafezinho) de conhaque
  • 500ml leite
  • frutas frescas diversas,  com cores e sabores bem contratantes,como vermelho (morangos),  verde (kiwi), amarelo (manga, laranja),  e se houver  amoras e/ou  framboesas, uvas de mesa  rosé e/ou brancas.
  • Para decorar: raminhos de hortelã, açúcar de confeiteiro, chocolate em pó.

Modo de preparo

  • Derreta os chocolates em recipiente em banho maria, fogo baixo, assim que estiverem bem derretidos,  retira do banho maria e colocar  aos poucos  o creme de leite fresco, que não deve estar muito gelado, para não causar um choque de temperatura. Misturar bem.
  • Aquecer o leite, ferver dentro do leite os saquinhos de chá,  até que fique saborizado e com uma leve coloração. Retirar os saquinhos de chá, acrescentar a baunilha, e o conhaque, deixar amornar.
  • Coe e misture com o chocolate derretido, emulsionando bem a mistura.
  • Volte ao banho maria e mexa bem por cinco minutos.
  • Pique o morango em quatro, as uvas ao meio,  e as demais frutas em pedaços médios ( retire sementes, se houver) e misture com as amoras e framboesas inteiras.
  • Coloque as frutas picadas na tigela(cumbuca) ou taça de  consomé, acrescente a sopa de chocolate quente e por cima coloque um fio de creme de leite fresco.
  • Para decorar coloque um pequeno ramo de folhas de hortelã, e com uma pequena peneira, faça uma chuva de chocolate em pó e a seguir uma de açúcar de confeiteiro salpicando sobre a tigela, para ficar com aspecto nevado.
  • Sirva quente.sopa chocolate

Bom proveito e bom aconchego neste frio!

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Sobre Licores e Cordiais, um pouco de tudo.

Erroneamente pensamos que existe uma grande diferença entre um licor e um cordial.  De fato, ambas as palavras querem dizer a mesma coisa: bebida açucarada, alcoólica, feita de espíritos redestilados ou misturados, a que se adicionam aromatizantes e corantes.
Licor é a designação mais usada na Europa.
Na Inglaterra, por exemplo, a palavra cordial é usada para descrever bebidas não alcoólicas, mas aromáticas e doces, como o Lime Juice Roses, que trás no rótulo a palavra cordial.
Dizem alguns estudos sobre esta matéria que a palavra cordial começou a ser utilizada quanto às bebidas doces porque eram consumidas em ambiente cordial e amigável.
Vamos deixar para trás, deliberadamente, a palavra cordial e apenas usaremos o termo licor.
icores01Como já mencionamos os licores são obtidos a partir de um espírito (álcool, aguardente vínica ou outro tipo), aromatizantes e açucarados, ervas, frutos, raízes, especiarias e flores. Esta definição parece dizer tudo mas, no entanto, é quase nada, tal é a imensidão deste tema.
O aparecimento dos licores remonta de tempos imemoriais. Consta que já nas tumbas, do velho Egito, foram encontradas receitas de licores que eram usados como digestivos e como produtos medicinais, especialmente nos problemas do estômago.
Os monges e alquimistas faziam destilações, em atmosfera de magia, tentando descobrir um elixir que lhes desse a eternidade.
Este sistema contribuiu para o aparecimento de muitos licores que são hoje famosos, especialmente alguns feitos à base de ervas.

Na época medieval, os famosos cozinheiros de então usavam os licores como aromatizantes, para disfarçar o aroma das carnes em más condições, assim como de alguns vegetais. Devido à sua doçura eram muito usados em bolos de creme e sobremesas.
 benedictine Vitral 1Na Idade Média, o vinho (e, mais tarde, o álcool) era o principal antisséptico. Mas as plantas, raízes e ervas eram pesquisadas pelos monges para a cura de várias doenças. Os alquimistas levaram tais pesquisas adiante. Registros apontam Arnaldo de Vilanova, sábio catalão nascido em 1240, aproximadamente, como o inventor “das tinturas modernas nas quais as virtudes das ervas são extraídas pelo álcool”. Com seu discípulo Raimundo Lúlio, foi o primeiro a escrever o tratado sobre o álcool e divulgar receitas de licores curativos. Ao álcool açucarado, eram misturados limão, rosa e flor de laranjeira. Há indícios da adição de pepitas de ouro às misturas, consideradas panaceias (remédios para todos os males).
Quando a Peste Negra espalhou-se pela Europa, no século 15, os licores associados a bálsamos vegetais e tônicos tornaram-se medicamentos preciosos.
Além da aguardente de vinho, outros álcoois eram utilizados para fazer licores, tais como o rum. Era comum a fabricação doméstica de licores e a utilização na cozinha e confeitaria. A rainha Catarina de Médicis, em visita à Itália, levou algumas receitas para a França. Luís XIV, apreciador da bebida, deliciava-se com um licor de âmbar e grãos de anis, canela e almíscar.

No século XV, os italianos despontaram para liderar o “mundo” dos licores, particularmente famosos entre as senhoras e usados para os mais variados fins.
Eram tomados pelas mulheres quando estavam prestes a dar a luz, as ervas usadas serviam como medicina e o álcool como primeira anestesia.
As moças da época quando estavam interessadas em cativar o apaixonado ofereciam-lhe um especial licor afrodisíaco.

Durante o século 19, a indústria da destilação cresceu. Surgiram, no mercado, muitas variedades de licores, e os caseiros começaram a desaparecer. Os italianos sofisticaram a produção de licores.

O licor nos tempos modernos
A imagem de fabricação e consumo dos licores começou a mudar bastante a partir de 1920. Em 1930 houve grandes mudanças, graças à ação das relações-públicas dos importadores e fabricantes.
O creme de menthe frappé foi promovido a bebida da moda, em 1960.
Em 1970 a casa GALLIANO popularizou o famoso Harvey Walbenguer. E foram atitudes deste gênero aliadas à ação dos barmen (adicionando licores aos drinks da moda) que criaram nas pessoas uma nova maneira de consumir licores, marcando assim uma época.

garrafas lindasE ainda, as garrafas de licores sempre tem um design diferenciado, muito bonitas!

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De que são feitos os licores
Entram no fabrico dos licores, como aromatizantes, os seguintes produtos: plantas (manjericão, hissopo, hortelã, erva-cidreira, alecrim), flores (camomila, alfazema, alecrim, rosa, laranjeira, etc.), frutos (banana, maracujá, morango, laranja, tangerina, medronho, cereja, groselha, melão, tâmara, pêra, kiwi, pêssego, abricot, amêndoa, etc.), cascas de árvore (quina, canela, sândalo), raízes (angélica, aipo, genciana, cenoura), sementes (anis, damasco, café, cacau, zimbro, pimenta, nozes, baunilha, etc.), açúcar (açúcar de cana, beterraba, mel e suco de uvas concentrado).

Classificação

 Os licores classificam-se segundo a variedade de produtos com que são fabricados:
a) Licores à base de plantas
b) Licores à base de frutos
c) Licores à base de essências
d) Licores à base de natas, cremes de leite (este grupo de licores é recente, assim como o aparecimento dos dos Cream Liqueurs: Bailey’s, Carolan’s, Emmets, Royal Tara, etc.).

Quanto ao método de fabricação agrupamos os licores do seguinte modo:
a) Por destilação (licores à base de plantas)
b) Por infusão/maceração (licores à base de frutos)
c) Por extratos ou essências
d) Por adição de cremes e natas (cream liqueurs)
Os métodos de fabricação podem ser a frio ou a quente.

Destilação
Pode ser usada a destilação por álcool ou por água.
Destilação por álcool: É um processo, normalmente, executado num pequeno alambique de cobre. O agente aromático é embebido em álcool por algumas horas e colocado no alambique, onde lhe é adicionado álcool.
Desta destilação apenas uma parte do licor destilado é aproveitada, voltando o resto a ser redestilado em nova “jornada”.
Destilação por água: Este método é usado para ervas e flores muito delicadas. São embebidas em água e só depois se procede à sua destilação suave, em alambique. Este procedimento permite preservar os aromas. A esta água destilada e aromática junta-se álcool puro (espirituoso).
Por este processo são feitos alguns dos mais famosos licores existentes no mercado.

Infusão/Maceração
O processo de infusão pode ser feito a frio ou a quente. Quando é feito a frio as frutas são esmagadas e colocadas num recipiente de água fria por um período de tempo que pode ir até um ano. Após este período o líquido é filtrado e adicionado a álcool neutro.
As fases deste processo são as seguintes:
a) Homogeneização
b) Repouso (em recipiente de vidro por algumas semanas)
c) Refrigeração
d) Filtragem (através de carvão ou outros sistemas)
e) Engarrafamento.

Extratos ou Essências
É o método mais usado no fabrico dos licores por ser mais econômico e prático. Talvez, por isso, a qualidade destes licores seja inferior a de outros obtidos por processos diferentes.
Nos licores fabricados por este processo entram os seguintes elementos: água, álcool, açúcar, essências, corante.

Adição de Natas e Cremes
Este tipo de licor apareceu recentemente. Embora o creme (natas, cremes a base de leite) já fosse usado em imensas composições de bar, só a partir do ano de 1975 a firma irlandesa R.A. Bailey aperfeiçoou a técnica de combinar um espírito com as natas sem que estas azedassem. Como resultado desta experiência apareceu o famoso Bailey Irish Cream.
Este tipo de licor considerado tecnicamente como Cream Liqueurs não deve ser confundido com os ”Créme Liqueurs”, que não incluem natas na sua composição. Exemplos: creme de banana, creme de menthe.
Os cream liqueurs são de mais baixo teor alcoólico que os outros licores.
Ex.: o Bailey e o Emmets, 17%.

Como são feitos os licores
É bastante difícil saber a composição de certos licores devido ao cuidado que existe em manter a sua fórmula em segredo.
A diferença entre os licores e outras bebidas alcoólicas é que o licor pode ser produzido facilmente de maneira artesanal e esta é a razão pela qual muitas vezes os licores artesanais são mais deliciosos e especiais que os industrializados. Independentemente do tipo de produção pelo qual são elaborados, a maioria dos licores podem alcançar entre 15 e 55 por cento de graduação alcoólica, tornando-se bebidas alcoólicas fortes.

Os melhores e mais sofisticados licores são feitos pelo processo de destilação do álcool. Os componentes aromáticos do licor são adicionados ao destilado base, compondo uma mistura que depois será destilada. O produto é então adocicado e, se for o caso, recebe um corante. Já no processo de infusão os componentes da receita ficam macerando dentro do álcool por um longo período. Depois disso, com o líquido fortemente aromatizado, a mistura é filtrada e recebe açúcar. Seja qual for o processo, espera-se o tempo necessário para a consumação do perfeito casamento entre perfumes e sabores.

A Lei Brasileira sobre licores
A Legislação Brasileira para bebidas (BRASIL, 2009) define licor como a bebida com graduação alcoólica de 15 a 54% em volume, a 20ºC, e um percentual de açúcar superior a 30 g/L, elaborado com álcool etílico potável de origem agrícola ou bebidas alcoólicas, adicionada de extrato ou substâncias de origem vegetal ou animal, substâncias aromatizantes, saborizantes, corantes e outros aditivos permitidos em ato administrativo complementar.

Como se servem licores
A maneira mais simples de servir as deliciosas bebidas que são os licores é a mais usual, numa taça própria (cálice de licor), após as refeições e como digestivo.

Bebidas compostas com licores

Coffee Drinks: são usados vários licores para confeccionar os chamados «coffee drinks», alguns exemplos dos licores utilizados nestas bebidas: Tia Maria, Kahlua, Strega, Benedictine, etc.

Frappés: frappé é uma forma de servir alguns tipos de licores (especialmente nas tardes quentes de verão), em copo tipo old fashioned ou taça dupla de cocktail, com gelo moído

On-the-Rock’s: já é muito freqüente beber licores com gelo, aconselhável: 2 a 3 pedras de gelo.

Tipos de licor

Licores de uísque

• Baileys    baileys

• Buchanan’s Liqueur

• Carolans

• Drambuie

• Glayva

• Johnny Walker

• Lochan Ora

Licores de ervas

• 43 (Cuarenta y Tres)

• Anis del Mono

• Bénédictine

• Centerba

• Chartreuse

• Frangelicofrangelico_bottle_glass

• Galliano

• Irish Mistkummel

• Kümmel

• Sambuca Romana

• Strega

Licores de frutas

• Amadeus

• Amaretto Dell’Orso

• Amaretto Di Saronno

• Charleston FolliesMarie_Brizard_Ch_4cd9395db8eb3

• Cointreau

• Curaçau

• Dolfi Fraise Des Bois

• Gran Torres

• Grand Marnier Cordon Rouge

• LimoncellolimoncelloGrandMarnier_CordonRouge

• Maraschino

• Midori

• Nocello

• Peach Tree

 

 

 

 

 

 

 

Licores de chocolate

Muitos países produzem licores de chocolate. Alguns são aromatizados com café, menta, laranja ou nozes, entre outros componentes. Geralmente são servidos após o jantar e no fim da noite, com ou sem gelo, dependendo da temperatura do dia.

• GalaMozart_Distillerie_bottles

• Mozart

• Truffles

• Vandermint

vandermint

 

Licores diversos

• Advocaat

• Amarula

• Bols

• Calisay

• Giffard

• Gold Wassergold wasser

• Kahlúa

Marie Brizard

• Parfait Amour

tia mariaTia Maria

• Wild Turkey Liqueur

Fontes
Almanaque Borda d’Água 2012, Editorial Minerva, Lisboa; Tipos de Licores e Fabrico de Licores, editado por Anderson Viana.
Licores – Segredos e Tradição – Edite Vieira Phillips, Colares Editora.
Licores de Portugal, Ana Marques Pereira.

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Série Sopas: BAMBÁ DE COUVE, de Minas Gerais para o mundo.

O bambá é um prato tipicamente mineiro.
Em Minas você o encontra com uma variação muito grande de temperos e recheios, deliciosa receita da culinária mineira, ótima dica de prato, ainda mais para os dias frios e o melhor de tudo, é uma refeição super criativa!
Muito fácil de preparar, é perfeito para quem quer provar algo delicioso, pode ser servido com um bom vinho, fica perfeita a combinação! Ideal para esquentar o corpo nas noites frias.

O “bambá-de-couve” cuja receita, muito rica, teve origem em Ouro Preto, além da lingüiça, requer costelinha, toucinho magro (defumado ou não), tudo previamente bem frito, podendo-se ou não adicionar o ovo ao mingau. E a couve tem de ser RASGADA. Couve picada no “bambá” é o sacrilégio dos sacrilégios!
Nascido na senzala, como muitos outros itens da culinária brasileira, em Ouro Preto o prato ganhou o nome “bambá-de-couve”, enriqueceu-se com carnes e caiu no gosto do mineiro. Há não muitos anos, só no distrito sede, a cidade de Ouro Preto, o prato era conhecido por esse nome; nos demais distritos, chamavam-no “mingau-de-couve”. Posteriormente, com a maior divulgação das coisas de Ouro Preto, a receita do “bambá-de-couve” transpôs fronteiras, dizem que chegou até a Europa.
Veja como é fácil, como preparar um delicioso bambá de couve para o inverno, mais conhecido como caldo verde mineiro.

bambá

Ingredientes

Para o bambá
250 g de fubá
500 g de costelinha em pedaços
5 folhas de couve rasgadas
1 litro de água
3 colheres (de sopa) de óleo
1 tablete de caldo de carne
Alho, sal e outros temperos ( pimenta preta, salsinha e cebolinha verde) a gosto
1 ovo
Fritar à parte 200 grs de linguiça em rodelas e 150 grs. de bacon picados. Reservar.

Modo de fazer o bambá

Lavar, rasgar e reservar a couve. Temperar a carne com alho e sal. Reservar.
Numa panela com o óleo, uma pitada de tempero e o caldo de carne, refogar a costelinha.
Quando estiver dourada, acrescentar água fervente e deixar por dez minutos, com a panela tampada.
Numa panela à parte, em fogo brando, misturar aos poucos o fubá com 400 ml de água e mexer, até engrossar.
Em seguida, adicionar o angu à costelinha. Deixar por mais 15 minutos, sempre mexendo com a colher de pau.
Adicionar o ovo bem batido ao caldo, provar o sal, colocar a salsinha e a cebolinha picadas.
Adicionar a couve crua para cozinhar no calor do caldo, já com o fogo desligado.
Coloque os bolinhos de ovo na sopa. (opcional)
Colocar por cima a linguiça e bacon fritos para decorar.

Para os bolinhos
3 ovos
2 colheres de sopa de farinha de trigo
100 g de queijo minas em fatias finas
½ maço de cheiro verde picado
óleo para fritura
sal a gosto
Modo de preparo

Modo de fazer os bolinhos

Bata os ovos.
Acrescente a cebola, a salsinha, a pimenta-do-reino, o queijo e o sal.
Vá adicionando a farinha aos poucos, até obter uma massa consistente.
Em uma frigideira, coloque óleo e deixe bem quente. Com a ajuda de duas colheres de sopa, pegue colheradas e faça bolinhas.
Frite no óleo quente e deixe escorrer no papel-toalha.
Depois, é só juntar ao bambá.

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